samedi 7 février 2009

A Jorge Ferreira

A voce, meu,caro amigo
Amado Jorge Ferreira
por tantas vezes tu me entrelaçaste em suas palavras



que em momentos de euforia...me segura a mao
que em momentos de alegrias...me admira dançar

analogias desprovidas de hipocrisia

cruas ao meus ouvidos caboclos
indoceis sons de uma voz reconheçida a distancias

Porque me acompanhastes? porque sonhastes tambem tu meus sonhos incognitos?
Porque acaressias-tes tu tambem meu ego involuntario?
porque cuspis-tes em meus ouvidos palavras pesadas, e cruezas da personalidade humana? Porque procurastes tu tambem meus defeitos?
Oh amigo amigo de beleza impura,quantos tempos passastes ao meu lado à refletir perguntas

Quantas vezes me re-entrego a seus afagos silabicos.

Oh deus, quantas vezes me esculto sozinha te dirigir palavras em sua ausencia fisica
mas tanta é à felicidade e tristeza
da impureza da vida que por sua voz
fazem derrubar barreiras
que por anos construi calmamente

Tu que ousastes pousar-me questoes que eu mesmo nao ouso questionar

Oh solido amigo que plantastes ao meu lado
rosas d'esperanças,
amores Piaficos

Tu que me conheceste tao diferentemente de minhas outras amizades

Oh amigo amado amigo, tu que tanto pertences a meu amago insolido
tu que tanto me apoiastes, tu à quem posso ancorar meu barco imaginario
que desenha comigo minha silueta de vida

ah Caro amigo
seu amado cru coraçao quantas vezes me acompanhastes
Amado Jorge Ferreira, amigo louco

Tu amigo meu, que companheiro sincero tenho eu ao te encontrar
tu amado amigo meu
mon cher
quem seria eu sem toi?

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